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"Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade".
Assim começa o juramento de Hipócrates e a promessa do cumprimento da função em nome da humanidade.
Aos profissionais médicos os nossos cumprimentos pelo dia especialmente reservado.
O dia 18 de outubro foi uma data simbólica de homenagem aos executores do nobre propósito de servir ao semelhante. São os protetores da vida. São os servidores da tarefa de invadir nossos corpos, investigar e agir firmemente nos desígnios da saúde e do bem estar.
São notadamente louváveis. São a esperança. São os protetores.
"Mas não alguns" de acordo com a dona Beatriz. Ela sentiu na pele a omissão dos médicos que tendiam para a proteção daqueles que os pagavam. De acordo com a dona de casa “seu marido tem 96 anos de idade e tinha toda a cobertura domiciliar coberta. Agora decidiram cortar o benefício, sem alta médica. Pedi para alguns médicos do convênio olharem meu marido, inclusive o médico responsável por ele para que relatassem seu caso, mas todos se recusaram com medo de algum tipo de represália do convênio”.
Esses não são louváveis. Não são a esperança e também não são protetores.
Ousamos concordar com a dona Beatriz e dizer que há profissionais que não merecem nossas congratulações, nem mesmo o título que orna a parede dos seus consultórios.
Infelizmente, dezenas de relatos nos apontam alguma espécie de omissão médica em nome do interesse financeiro daqueles que os pagam.
Aos coniventes com as práticas arbitrárias emitidas, pedimos que cumpram seu juramento e sirvam a humanidade.
À esses dedicamos a imagem simbolicamente inspirada nos macacaquinhos japoneses que nada falam, vêem ou ouvem. A única diferença é que os macacaquinhos não prejudicam ninguém com o comportamento omissivo, contrário de alguns médicos os quais a omissão pode custar a vida de qualquer um de nós.
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